“A peça equilibra masculinidade e delicadeza na dose certa. Somos levados para seu quarto, sua casa bem decorada, suas emoções fora de lugar. Ele é lindo, é sedutor e sabe retirar da platéia o que quer. Impossível resistir, e ninguém deseja isso.”

 

Prof. Dr. Ferdinando Martins CCA-ECA-USP

Vice-Diretor do Teatro da USP

 

Tendo como provocação a obra Amor Líquido - Sobre a Fragilidade dos Laços Humanos de Zygmunt Bauman, Dias de Setembro é um retrato do relacionamento contemporâneo e reflete, junto ao público, sobre a derrota do amor idealizado.

Numa noite de setembro, Henrique volta ao apartamento onde morou com Eduardo e tenta escrever uma carta para seu o ex-namorado. Eles estão separados e, após um ano, Henrique procura entender as razões do término da relação, refletindo sobre o amor contemporâneo, o amor líquido. Divide seu relacionamento em início, paixão, crise e fim e busca respostas nas experiências de vida da plateia, numa interação direta.

Na comédia dramática ou drama cômico, o espectador pode escrever parte da dramaturgia e interferir de forma direta no espetáculo, orientando Henrique na saga para entender o amor contemporâneo. Este ator tem controle sobre a iluminação, sonoplastia, e sua maestria maior vai ser em estar pronto para jogar com a plateia.

 

Dramaturgia, Direção, Direção de Arte e Interpretação

Lucas Sancho

 

Músicas

Banda Encarne

 

Colaboradores

Aila Rodrigues, Ailton Guedes, Andréa Piol, Angela Moura, Beto Collyer, Davi Sabry, Cris Rasec, Elisa Porto, Fauller, Gustavo Portela, Luiz Fernando Marques (Lubi), Nidéa Baretto, Ricardo Tabosa, Rodrigo Risone, Tércia Montenegro e Walmick de Holanda.

 

Realização

Núcleo O Ator Maestro

 

Comédia Dramática

55min – 14 anos

 

Slide1.JPG
Slide1.JPG
Slide1.JPG
Projeto Dias de Setembro.jpg