“Um espetáculo extremamente vibrante e intenso, na linha do expressionismo de Munch. São inesquecíveis as imagens - das obras do pintor e do corpo do ator, quase sempre crispado e convulso, no ato de criar. O público sai impactado, refletindo sobre a porção de desespero essencial para que exista vida na arte.”

 

Profa. Dra Tércia Montenegro

Escritora, finalista do Prêmio Jabuti de Literatura

 

Partindo da vida e obra do pintor norueguês Edvard Munch e sua obra O grito, Quem Matou Edvard Munch, questiona os produtos culturais contemporâneos e o fazer artístico.

No espetáculo, o pintor Edvard Munch está preso dentro de sua obra mais famosa: O grito. Sem lembrar-se de como caiu ali, busca em suas telas as memórias necessárias para entender quem o está fazendo de refém. Através das leituras que a plateia faz dos quadros projetados, Munch vai refazendo seu caminho da infância à fase adulta na busca de uma saída.

Como o homem moderno ao observar a imagem de O grito, ainda hoje, reconhece esses mesmos sentimentos agora provocados por outras razões? No espetáculo, o ator projeta algumas das obras mais famosas de Munch, misturando verdade e ficção sobre a vida do pintor. No decorrer da peça, o público já não sabe o que é realmente da biografia de Munch e o que é o olhar crítico do ator. Diante da imagem de O grito, o personagem anônimo procura expressar o seu inferno interior e o mal-estar que o atormenta em seu cotidiano.  O objetivo é que a plateia extravase sua dor junto com esse sujeito que sofre, que sente, que se desespera, que se masturba, que grita.

 

Dramaturgia, Direção, Direção de Arte e Interpretação

Lucas Sancho

 

Músicas

Banda 2Fuzz

 

Provocação Corporal

Fauller

 

Colaboradores

Ailton Guedes, Angela Moura, Carol Rainatto, Elisa Porto, Fauller, João Victor, Ricardo Tabosa, Tércia Montenegro e Walmick de Holanda.

 

Realização

Núcleo O Ator Maestro

 

Drama

50min – 14 anos

 

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