“Lucas lida com os avessos, as antíteses e paradoxos como ninguém. É clown e criminoso em seu papel, é poeta e crítico mordaz – estica a linguagem entre os extremos viscerais. E experimenta sempre mais, com os recursos que seu teatro faz reconhecer. Tem um estilo próprio, formado por miscelânea: reflexo de uma sociedade cada vez mais perturbada, em que o indivíduo se debate, convulsiona... e ainda insiste em compreender.”

 

Tércia Montenegro – escritora e professora do curso de Letras da Universidade Federal do Ceará. Dentre outros livros de contos, escreveu O tempo em estado sólido, finalista do Prêmio Jabuti e do Prêmio Portugal Telecom. Em 2015, seu romance Turismo para cegos foi eleito o melhor romance do ano pela Fundação Biblioteca Nacional, através do prêmio Machado de Assis.

Com música, humor e a participação do público, O Jardim Suspenso ou A Lucidez do Amor Irracional busca cientificar a passionalidade no amor.


Na peça, o personagem Márcio encontra, no universo da botânica, uma forma de aplicar a ciência ao seu desastroso comportamento amoroso, por meio de experimentos confessionais. Fazendo um paralelo entre racional e passional, o espetáculo aborda o patético e trágico das relações amorosas.


Em cena, Márcio vira objeto de estudo e a plateia transforma-se em pesquisadores que compartilham com o personagem ideias e histórias de rejeições amorosas, numa dramaturgia satírica. O ator ainda canta ao vivo composições do cantor Márcio Greyck, com momentos de improvisos a partir das conclusões que o público obteve sobre os experimentos realizados em cena.

 

Dramaturgia, Direção, Direção de Arte e Interpretação

Lucas Sancho

 

Orientação

Luiz Fernando Marques (Lubi)

 

Direção Musical

Daniel Groove

 

Colaboradores

Ailton Guedes, Angela Moura, Caio Menck, Elisa Porto, Melina Marchett, Núcleo de Direção Teatral – ELT/2018, Rodrigo Risone, Silvia Gomes, Tércia Montenegro e Walmick de Holanda.

 

Realização

Núcleo O Ator Maestro

 

Comédia

55min – 14 anos

Nascido em Santos, integra o Grupo XIX de Teatro, desde 2001, sendo diretor e co-criador dos espetáculos: Hysteria; Hygiene; Arrufos; Marcha para Zenturo; Nada aconteceu Tudo acontece Tudo está acontecendo; Teorema 21 , Intervenção Dalloway,  Hoje o escuro vai esperar para que possamos conversar e Estrada do Sul (em parceria com Teatro Dell´argine – Itália). Fora do XIX, criou e dirigiu as peças Negrinha com o Coletivo em Cor; Dias raros, com o Teatro da Travessia; Festa de Separação: um documentário cênico; Dizer e não pedir segredo; Orgia ou de como os corpos podem substituir as ideias e Desmesura com Teatro Kunyn;  Aquilo que meu olhar guardou pra você com Magiluth(PE); Inservíveis com Usina de Arte (AC); Sobre a Areia e o Vento com Atores a Deriva e Bololô Cia Cênica(RN); Mesas Falam e se Movem com Confraria de Teatro(ES), De tudo aquilo que eu fiz apenas para te dizer adeus com Cia Depois do fim (ELT); Cenas para usar luvas com Grupo 6dois(EAD). Bruto com Núcleo Experimental do SESI; poema suspenso para uma cidade em queda com a Cia  Mungunzá; Entre Vãos com a Digna Cia. Hiroshima meu amor – cinema falado com Leticia Sabatella e Paulo Celestino.  

Orientação

Luiz Fernando Marques

 

Suas peças já foram encenadas em mais de 100 cidades no Brasil e 24 no exterior (Cabo Verde, França, Guiana Francesa, Inglaterra, Itália e Portugal) sendo feitas em inglês, francês e italiano.  Ao longo de sua trajetória acumula entre prêmios e indicações mais de 15 menções nos principais prêmios do país : Shell, APCA, Cooperativa Paulista de Teatro, Bravo!, Qualidade Brasil, Prêmio Governador do Estado de São Paulo entre outros. Em 2016 fez a direção cênica do show Remonta de Liniker e os Caramelows. Desde 2008, é orientador do Núcleo de Direção da Escola Livre de Teatro de Santo André.

“Siete ultimas canciones” (1986)  | Guillermo Kuitca

 

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