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“A peça, que se define coerentemente como "uma alegoria fantástica da atual crise política nacional", é resultado de um trabalho incansável de Sancho, que merece todos os aplausos pelo talento, criatividade e versatilidade.  (...) Este é um espetáculo que deve ser assistido e, acima de tudo, servir de inspiração, principalmente, pela criatividade de sua estética composta de incríveis elementos cênicos que dão o tom eletrizante necessário à trama.”

 

 

– Perdido in Sampa

“Um texto ácido, perturbador e atual, pois percebemos que aqueles ratos somos nós. Além do texto, ressaltamos o trabalho dos atores, que conseguem mostrar com vigor as várias facetas dos seus personagens. Também não podemos esquecer de mencionar as canções interpretadas ao vivo, a iluminação e o cenário - ratoeiras - simples, mas direto!

 

– Opinião de Peso

 

“A montagem com direção e dramaturgia de Lucas Sancho acerta na produção focada no texto, atores e figurino. Vale destacar a iluminação feita a partir de lanternas e focos para criar sombras e diferentes proporções cênicas para seus personagens. O cuidado estético é um dos pontos altos da montagem. (...) Tigrela é uma boa oportunidade para entender o ser-humano, quem sabe até mesmo o Brasil, a partir de uma fábula. ”

 

 

– Eurbanidade

TIGRELA inspirou-se livremente nos contos da escritora Lygia Fagundes Telles para criar a atmosfera de mistério, com diálogos fantásticos, retratando personagens que são enganados pelo mundo e por eles próprios. O espetáculo é uma alegoria fantástica da crise política nacional.

 

Na história, o território de Ciranda de Pedra tem uma nova líder: o sistema operacional Tigrela. “Afinal, um sistema é incorruptível”. Ao mesmo tempo, um ex-rei, uma religiosa, uma jornalista e um operário estão sendo caçados pelo exército de ratos anões. O que essa nova líder e eles têm em comum? Como num quebra cabeça, presente e passado fundem-se neste atípico suspense sobre poder, tecnologia e sexo. TIGRELA foge do maniqueísmo atual e apresenta personagens dissonantes e plurais, que lutam contra seus anjos e demônios corruptíveis.

Transcriando o gênero thriller na linguagem teatral,  TIGRELA acontece em dois tempos: o presente, em que os personagens estão sendo caçados, e o passado com a inserção de flashbacks, que mostram a relação entre os personagens e o motivo deles estarem naquela situação limite.

Com a caixa cênica vazia, os espaços vão sendo desenhados pela iluminação que investe no contraste claro/escuro, como em um film noir, e com projeções de ilustrações e letras das canções originais, trazendo uma atmosfera sombria à cena. Junto com a luz, o cenário é composto de cem ratoeiras em cena e nove luminárias pendentes.

A trilha original percorre quase todo espetáculo, como uma cama sonora instrumental criando uma atmosfera de tensão à trama. Além disso, quatro músicas serão cantadas ao vivo pelos atores, em quebras épicas, revelando o cinismo dos personagens e possuem melodias que partem de ritmos atuais, porém, arranjados e reconstruídos de forma eletrônica, num diálogo entre o clássico e o contemporâneo.       

Dramaturgia e Direção: Lucas Sancho

Preparação de Atores: Erika Altimeyer

Elenco: Andrea Serrano, Igor Amanajás, Lucas Sancho e Thaize Pinheiro

Cenário e Iluminação: Lucas Sancho

Figurino: Márcio Macena

Trilha Sonora e Músicas Originais: João Rocha e Lucas Sancho

Direção Musical: João Rocha 

Ilustrações Material Visual: Roberto Alencar

Fotos e Imagens de Divulgação: Osmar Lucas e Paula Tonelotto

Programação Visual: Lucas Sancho

Técnica: Ricardo Tabosa e Walmick Campos

Produção Executiva: Lucas Sancho

Realização: Magnolia Cultural

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